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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

A Herança do Povo Negro e o Esforço dos Imigrantes Japoneses e Italianos

Conversei agora sobre o fato de eu ter convocado duas amigas negras propositalmente para o blog de viagens q montei. Fui questionado se isso não seria preconceito. Se não seria falta de interesse. E forçar a barra. 
Recordei que nas faculdades em q estudei na USP, Jornalismo e Engenharia; e agora mestrado em Artes, não vi negro nenhum praticamente. Eles só aparecem em cursos tão tão difíceis. Não pode ser coincidência.
Ouvi então que as cotas raciais não seriam válidas pq cada um tem que se esforçar e conquistar por seus próprios méritos. Veja os japoneses, italianos. Ralaram muito. 
Sim. Mas pq o Brasil chamou tanto imigrante? Tinha tanto negro aqui livre. Só posso concluir que aos negros sequer era permitido ralar legalmente. 
Pq não eram tidos como dignos de trabalho livre. Oportunidades iguais não existem não. Mto menos em nossa História. E cada povo guarda sua herança. Conforme sua cor e etnia tbm.

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A seguir, incluo depoimento da amiga negra Denise Rodrigues, a única negra ou quase que conheci, creio, num evento de literatura fantástica na livraria Leitura, do shopping Cidade, na av. Paulista: 

"Esse discurso é muito comum. E não só ao se falar de cotas, mas também de oportunidades, participação dos negros na sociedade, cargos de chefia, racismo e preconceito. Primeiro que muitos desconhecem o que houve pré, durante e pós escravidão... Muitos sequer sabem que o Brasil foi o último país ocidental a abolir a escravidão e que isso só tem 128 anos. 

E que não foi bonitinho, os negros escravizados tinham seus conhecimentos técnicos em determinadas áreas e com a abolição, senhor nenhum queria pagar por algo que já fora de graça. Os negros foram segregados e tão rapidamente quanto, começou-se a política de imigração... Justamente para embranquecer um Brasil Afro. Daí vieram japoneses, italianos, espanhóis e tantos outros... Enquanto os imigrantes ganhavam terras, os negros mesmos livres não podiam adquirí-las e ainda foram expulsos de onde moravam e as favelas começaram a se formar. 

Teve - e ainda tem, muito trabalho negro, sim! Houve muito esforço, suor e sangue. Mas quem comanda(va) a balança do "mérito" não nós acha(vam) dignos.

E digo "nós", porque somos reflexo do que fomos ontem, das nossas heranças. Parafraseando o que foi dito pela atriz Viola Davis, não dá para ter mérito se não houve oportunidade. 

Recomendo muito a leitura de "Cultura e Identidade Brasileira", de Renato Ortiz. Que aborda esse embranquecimento e como isso afetou a cultura brasileira."

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Sobre o livro indicado: 

Resenhas: 
http://ajudaestudanteuniversitario.blogspot.com.br/2012/12/resenha-critica_6.html 
http://www.faex.edu.br/_arquivos/_revistas/537748001371674290_11.pdf 

À venda:
http://www.livrariacultura.com.br/p/cultura-brasileira-e-identidade-nacional-121255 https://www.estantevirtual.com.br/b/renato-ortiz/cultura-brasileira-e-identidade-nacional/1469730744 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Livrão de mil páginas "Xógum" mostra absurdo Japão de 1600

Pra começar, uma breve sinopse: o livro "Xógum: A Gloriosa Saga do Japão" trata das aventuras de um piloto britânico que comandava uma esquadra holandesa destroçada que vai parar no Japão. Um Japão lotado de jesuítas portugueses (inimigos dos ingleses e holandeses) catequizando um monte de japoneses, inclusive senhores feudais, conhecidos como daimios.

Esse piloto britânico e sua tripulação passam por situações horríveis, mas ele acaba por ficar muito próximo de autoridades japonesas cada vez mais elevadas, devido aos seus conhecimentos estratégicos sobre o mundo lá fora.

Paralelamente, rola um clima entre o gaijin (estrangeiro, ou "bárbaro") e a sua intérprete e tradutora, esposa de um importante líder samurai. Tudo isso é baseado em personagens históricos, com nomes trocados.



Meu Deus do Céu, quanta coisa eu aprendi sobre fatos históricos ao ler esse livro. Eu nunca imaginei que coisinhas que considerava chatas na época de escola, como Tratado de Tordesilhas, jesuítas, União Ibérica, conflitos europeus por rotas comerciais ao Oriente, e a época em si em que a Espanha era considerada a potência do mundo ocidental... Eu não imaginava que tudo isso poderia ser tão épico, emocionante, divertido, fascinante!

Além de me abrir a mente para entender e curtir da forma mais viva como nunca essas questões clássicas de História que a gente estuda no colégio (ou deveria ter estudado), enfim pude compreender a diferença gritante que existe entre a cultura contemporânea ocidental que consideramos "normal" e a cultura e a situação japonesa de 1600. Além da diferença entre o Japão dessa época e o atual - já tive a felicidade de conhecê-lo pessoalmente, por cerca de um ano em que morei lá, em parte de 2005 e 2008.

Desfile de "absurdos" culturais

Vamos especificar então exemplos das questões culturais aprendidas:

1) Nudez e sexo: O Japão não tinha o legado da Igreja Católica que colocava o corpo humano como "impuro". Também sem aquela história da maçã de Adão e Eva. Se as pessoas iam nadar, não havia nenhum problema em todo mundo, homens e mulheres, tirarem a roupa e caírem na água. Além disso, me surpreendeu como as mulheres e jovens meninos (adolescentes) eram facilmente oferecidos para satisfazer necessidades por sexo de certos homens, até mesmo dos estrangeiros.

2) Seppuku e honra: O que mais me marcou mesmo foi a falta de valor à vida em si. A honra era muito mais importante. O tempo inteiro eu via gente se matando, ou pedindo permissão ao superior para se matar para preservar a própria honra e a da família, quando houvesse cometido alguma falta. Creio que isso tem a ver com a religião budista, segundo a qual o humano renasceria em muitas vidas. Mas lógico que não é só por ela, mas pela dura tradição que se estabeleceu.

3) Mulher e obediência: A mulher japonesa tinha como maior virtude a obediência. Ao marido e aos outros homens. Se o marido quisesse espancá-la pelo motivo que bem entendesse, era direito dele.

4) Católicos e portugueses: Já mencionei acima como havia numerosos jesuítas católicos espalhando o catolicismo no Japão de 1600, assim como havia no Brasil. Eu me espantei como havia tantos! Eles inclusive tinha proteção do Estado. Aliás, a língua usada para a comunicação entre o piloto britânico e os japoneses era o português!

5) Hierarquia e castas: Incrível ver como a autoridade e hierarquia entre classes sociais (ou poderia chamar até de "castas") era importante. A narrativa do livro foi inclusive aos poucos subindo cada vez mais o nível de autoridade com que o estrangeiro lidava, permitindo-nos perceber bem isso. E podemos ver como os camponeses se ajoelhavam para os samurais, que se ajoelhavam ao senhor feudal, que se ajoelhava aos seus superiores em escalas crescentes. Por qualquer razão os de nível inferior eram ameaçados de morte ou realmente eram assassinados pelos superiores.

6) Animais para comer: Os japoneses ficavam horrorizados com o hábito "nojento" do estrangeiro de comer "carne". Apesar de que eles também comiam carne: carne de peixe, que também é um animal que sente dor e tem diversas outras capacidades mentais e emocionais. E com base nisso (entre outras justificativas, que você encontra aqui) eu hoje acho errado o consumo humano de qualquer produto de origem animal e sonho que essa prática termine um dia.

Cultura x Direitos

Pois é, ainda que bem reduzidos, todos esses traços culturais persistem de alguma maneira no Japão contemporâneo. Posso compreender melhor agora o legado cultural dessa nação tão impressionante. Nos sentidos positivo e negativo.

Além disso, por mais que eu com certeza vá prosseguir na defesa de certos valores, como direitos humanos, das mulheres e dos animais, o livro tem sido uma grande lição para ter mais paciência com quem tenha pensamentos tão diferentes dos meus.

É o que a intérprete japonesa católica do piloto britânico no Japão de 1600 pedia a ele a todo instante, ao perceber como ele se indignava com tanta coisa que presenciava (e olha que ele era da Europa de 1600!): "Por favor, tenha paciência conosco. Verá que tudo isso faz sentido."

(A propósito, ainda estou na metade do livro, mesmo tendo me dedicado o mês inteiro de abril para essa leitura, o quanto possível. Mas estou confiante de que ainda vou terminar essa leitura, mesmo que aos poucos, durante os próximos meses, porque a história é muito cativante! Meus parabéns ao autor James Clavell e ao tradutor Jaime Bernardes!)

Tia Simone e Desafio Literário

Cumpre ainda creditar quem me concedeu essa experiência incrível. Anos atrás, ganhei o livro da minha tia Simone. Eu gosto muito de cultura oriental, ainda mais japonesa, mas não pensava que conseguiria ler um livrão desse tamanho. Afinal, nem mesmo livros menores eu tenho terminado de ler com boa frequência nos últimos anos...

Mas, animado pelo Desafio Literário 2012, organizado pela Viviane Lima, e pelo meu renovado anseio em apreciar e criar literatura (e para isso também aprender mais sobre ela), resolvi mandar ver nessa lista telefônica. :) O tema das resenhas do mês de maio do Desafio é "Fatos Históricos", e "Xógum" se encaixa perfeitamente nisso. E como nos embala nessa História!

sábado, 7 de abril de 2012

Histórias infantis nonsense para crianças japonesas



No clima do Desafio Literário de abril, sobre escritores orientais, aproveito para publicar uma lembrança minha sobre um livrinho com uma coletânea de historinhas que eu já tinha lido, creio que ano passado.

Trata-se de "As Histórias Preferidas das Crianças Japonesas", de Florence Sakade e Yoshio Hayashi", publicado no Brasil pela Editora JBC, em edição bilíngue, japonês e português em cada página (isso é divertido; apesar de eu não entender tanto japonês ainda, algumas coisinhas eu conseguia entender, comparando com a versão em português, e percebia então como foi a tradução).

Foi a Gabi Bibs, com sua resenha, que me fez lembrar destas histórias. Mas minha opinião sobre os textos não é tão positiva quanto a dela, como poderão ver...

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Eu só li o volume 2 (tem dois volumes), que eu tinha achado na livraria infanto-juvenil Nove Sete.

Mas eu gostei muito mais das ilustrações, que achei lindíssimas e uma inspiração (acho que em aquarela, né? Foi o que o professor meu de ilustração infantil Al Stefano tinha achado, na época em que me deu um curso de uma semana (e ele também achou lindísimas). Gostei bem mais que das histórias em si.

Muitas delas não achei que trazem ensinamentos, final feliz não, como comentou a Bibs... Na verdade muitas achei inconclusivas e com final nonsense. A coisa termina meio assim, "e aí? como é que fica?"

Aliás, algumas até que trazem sim, como a primeira, do "pilão mágico". a ideia aqui é "não seja preguiçoso e não roube o que não é seu", digamos. Mas o final que ocorre com o "vilãozinho" é trágico e letal. Isso é coisa pra criança?

Já "os bolinhos de arroz rolantes", ok, eles mostram recompensa por generosidade e td bem.

O mais triste de tudo, no entanto, é a história de urashima taro, que tem uma paródia famosa até no brasil (o começo pelo menos, lembro do meu pai cantando a musiquinha: "Urashima Taa-aro. Um pobre pescador... Salvou uma tartaruga, e ela como prêmio... ao Brasil... o levou.").

Ela termina com final infeliz, bem infeliz para o protagonista, e não consegui entender que lição de moral podemos tirar daí. o cara foi generoso, se divertiu um pouco no meio, mas depois acaba assim?

terça-feira, 3 de abril de 2012

Livro “Kyoto”, do Nobel Kawabata, é doce sutil no Japão em modernização


[Templo Heyan, em Kyoto, no primeiro dia de 2005, quando estive na cidade]

“Será difícil tecê-lo, mas tentarei de todo coração. O desenho deve ser fruto do afeto de sua filha para com o pai e o carinho do pai para com ela.”

A última frase acima, do terceiro capítulo do livro “Kyoto”, me tocou profundamente. Trata da relação entre a jovem protagonista e o pai, que tenta criar estampas para faixas de quimonos. É nesse tom emotivo e delicado que o livro segue, e acho que é um bom exemplo para situar o leitor desta resenha. Por isso optei por abrir este texto com ela.

Pois bem, foi graças ao Desafio Literário 2012 (em abril dedicado a escritores orientais), que enfim tive coragem para ler até o fim esse livro, do japonês prêmio Nobel Yasunari Kawabata (1899-1972). É uma obra que eu tinha ganhado de um amigo da faculdade de Jornalismo faz alguns anos, achei aparentemente agradável, mas muito parado, ao ler o início. Não havia tido estímulo para sair do começo (como infelizmente tenho feito frequentemente, aliás).

Mas agora li o livro com método: em cerca de dez dias, aproximadamente um capítulo por noite – há nove capítulos. Ocorre que a história não tem lá aquela aventura acontecendo, aqueles conflitos e tensão alucinantes. Tudo é bem suave, sutil.

Se fosse pensar em algum conflito (ou no máximo talvez se pudesse dizer “curiosidade”, “pulga atrás da orelha”), seria o vago interesse da protagonista, Chieko, em saber sobre sua origem, já que é filha adotada – e ouviu uma estranha história dos pais que a criaram sobre ter sido “sequestrada” por eles quando bebê, mas eles às vezes mudam a versão sobre onde foi isso, ou se teria sido abandonada em frente da casa atual.



[Kinkakuji, "Templo do Pavilhão Dourado", em Kyoto]

2) Japão de quimono e motorizado

É muito interessante como o livro fotografa um momento de transição do Japão entre o que costumamos identificar como “antigo, medieval” e “contemporâneo, moderno”: e na metade do século 20! O pai de Chieko é comerciante de quimonos; ele (e ela também, mesmo com seus 20 anos), praticamente só usa quimono; praticamente toda diversão retratada no livro gira em torno de visitar templos, observar cerejeiras e participar de festivais tradicionais. Ou seja, dá pra pensar que a história poderia ser ambientada num Japão bem mais antigo.

Mas aos poucos começamos a notar traços tecnológicos: ônibus, táxi, telefone, o que já dão uma dimensão melhor de época. Há também referências históricas recentes, como ao templo Kinkakuji (Templo do Pavilhão Dourado), que teria acabado de ser reconstruído, em 1955, após ser destruído por incêndio em 1950.

Para mim foi muito inusitado imaginar essa situação: gente de quimono andando de carro ou ônibus e falando ao telefone. Já estive no Japão duas vezes, por quase um ano ao todo, e sei que ninguém se veste mais assim, a não ser em situações bem específicas, como o condutor de uma cerimônia do chá (participei de uma com amiga japonesa); ou mulheres em um festival específico (tive a sorte de avistar umas quando estive em Tóquio, creio que estavam assim por esse motivo mesmo).



[Templo de Shitegamoji, em Kyoto, onde participei de cerimônia do ano novo]

3) Minhas lembranças pessoais de Kyoto

Além disso, pessoalmente foi emocionante e deu uma nostalgia ler uma história ambientada em Kyoto, província e cidade que foi capital (imperial) do Japão por mais de mil anos. É que estive lá por uns dois ou três dias, incluindo exatamente a virada do ano entre 2004 e 2005. Foi emocionante passar meu Réveillon nessa cidade que é tida como a mais tradicional do país – mesmo que tenha sido sozinho e economizando ao máximo; tanto que na noite da virada, dormi em um assento de um café que ficava aberto de madrugada; e almoçava com marmitas em Tupperware que levei.

Se há uma coisa que o livro esbanja, são citações históricas e de locais reais e específicos de Kyoto. Assim, há o já citado, famoso e lindíssimo Kinkakuji, que eu visitei; além dos incríveis templos Shitegamoji e Heyan (e nomes similares são exemplos do roteiro dos personagens do livro, mas, por confusão de grafia e tradução, não tenho certeza se foram exatamente os mesmos).

Um personagem estudante universitário amigo da protagonista me lembrou de uma das raras pessoas com quem pude conversar em inglês em Kyoto, me dando dicas no ônibus sobre o bairro de Gion - é onde as gueixas costumam ficar, confirmava ele.

Por falar nesse bairro, a narrativa também o cita frequentemente – não pude visitá-lo na ocasião pela correria, mas que fique como justificativa para voltar a Kyoto um dia!



[Folhas nevadas no jardim do Kinkakuji, no inverno de 2004-2005]

4) Glossário chato e sintonia emocional

O que é chato é o livro ficar remetendo tanto ao glossário que há no fim (explicando sobre personagens históricos, templos, correntes artísticas, pontos geográficos, etc.). Se ao menos remetesse a notas de rodapé na mesma página, a leitura seria bem mais fluente, apesar da contínua “aula de história”.

Apesar disso, se você conseguir sintonizar-se com o ritmo suave e lento da narrativa e embarcar nela como eu fiz, poderá degustar uma bela e doce obra.

Aliás, o último capítulo, quando cada vez mais a protagonista se envolve com a irmã perdida, é de dar vontade de chorar de emoção, de alegria, de carinho.

No entanto, não espere um final “de verdade”. É daquelas histórias que terminam sem solucionar as dúvidas que estavam no ar. Fica mesmo pro leitor imaginar.



[Parque imperial de Kyoto; todas as fotos neste post eu tirei na virada 2004-2005, quando estive na cidade, durante uma semana de férias de meu trabalho como peão de fábrica no Japão.]

(A propósito, essa coisa de “falta de conflito” e “final aberto” também é o que parece ter ocorrido com o meu último conto... Se quiser, dê uma espiada. É infanto-juvenil e chama-se “O mais longe possível”. Acho que no fim eu também tenho um gosto de fazer a coisa mais suave. Apesar de que deve ser bom eu experimentar também outros voos mais ousados na minha escrita da próxima vez...)

sábado, 6 de dezembro de 2008

Panorama internacional de direitos animais em evento de 1 ano de debates do Grupo de Estudos de Direitos Animais



No dia 13 de dezembro de 2008, o Grupo de Estudos de Direitos Animais (GEDA) realiza seu 13º evento mensal de formação sobre o assunto, livre e gratuito aos interessados. Será no sábado, das 15h30 às 18h30, no restaurante Vegethus, com mediação de Cláudio Godoy.

- Primeiro estará em debate a situação dos direitos animais no mundo, com experiências nos Estados Unidos (professor da USP Artur Matuck e nutricionista George Guimarães), Inglaterra (estudante de Direito da USP Bruna Moliga), Israel (advogado Hugo Chusyd) e Japão (jornalista graduado na USP Maurício Kanno).

- Em seguida, o redator Dimas Gomez explicará como responder a três argumentos contrários aos animais: da Biodiversidade (animais usados não estão ameaçados de extinção), do Favor (muitos animais só existem por serem criados pelos humanos) e o Pragmático (seria impossível viver sem causar algum sofrimento aos animais). Os argumentos são os últimos analisados no livro Ética & Animais – Um Guia de Argumentação Filosófica, do filósofo Carlos Naconecy. E este é o último de nove encontros independentes em que a obra está sendo estudada.

- Almoço comemorativo - Antes do evento em si, às 14 horas, no mesmo dia e local, acontece o almoço comemorativo de 1 ano do grupo de estudos. Se interessar, o sistema é self-service, inclui sucos e sobremesas, e tem o preço fixo de R$ 19,50.

O endereço do Vegethus – Vila Mariana é Rua Padre Machado, 51, São Paulo – SP, próximo à estação de metrô Santa Cruz. Telefone: (11) 5539-3635.

Mais informações: (11) 9564-4568 ou grupogeda@gmail.com , com Maurício.

[arte do Logo: Rogério Carnaval]
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Caso possível, por favor, imprima o pdf de divulgação e divulgue na instituição que freqüenta!

Grande abraço,

Maurício Kanno

domingo, 31 de agosto de 2008

Amigos de todo o mundo em Tsukuba, Japão

Algumas das pessoas que conheci na JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão):



Colegas asiaticos na JICA Tsukuba, onde moro no Japao: Mustalah e Milu, das ilhas Maldivas; Chawarda, do Sri Lanka; eu, brasileiro com cara de japones; e o grande amigo Aminul, de Bangladesh! (Sempre da esquerda para a direita.)

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Colegas latino-americanos na JICA Tsukuba, onde moro no Japao: Daniel, da Guatemala; Daira Vandon, da Nicaragua; o irreverente professor Jorge Ramero, do Equador; e os festeiros bailantes Andre Sanchez, da Costa Rica e Guillermo, do Paraguai!

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Colegas asiaticos na JICA Tsukuba: o vietnamita Hien; a chinesa Kami; e os tambem vietnamitas Thinh (adora agitar uma paquera) e Tuyen (que sempre ri). Eu sou o penúltimo de vermelho.

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Amigo africano de Guiné-Bissau, Rui Mateus (oba, falante de portugues!).

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Mais fotos da turma aqui (incluindo comida vegana do refeitório do prédio): http://picasaweb.google.com.br/mpkjor/JICATsukuba

sábado, 30 de agosto de 2008

Minha reportagem sobre o Monte Fuji na Folha!

"Escalada no verão revela outra face do monte Fuji

MAURÍCIO KANNO
colaboração para a Folha de S.Paulo, no Japão

Símbolo do Japão, o monte Fuji aparece sempre cheio de neve e rodeado de nuvens, tanto nas ilustrações tradicionais como nas camisetas e nos chaveiros contemporâneos --mas, para alguns, ele encerra o desafio de uma escalada reveladora.

Quem aceita encarar a subida dos seus 3.776 m, dificilmente avista o branco nival tão comum na representação da iconografia. Vê, sim, um caminho de pedra e areia, cinza, marrom e vermelho, com folhagens esparsas, até chegar à borda da cratera --o monte é, na verdade, um vulcão. E, se olhar em volta, verá um tapete de nuvens, cada vez mais abaixo.

Não só o Fuji-san (como é chamado em japonês) cheio de neve mas também o Japão sempre frio, são imagens particularmente equivocadas.

(...)"

Leia mais:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u439214.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u439215.shtml

Ou ainda leia a reportagem inteira na Folha de S. Paulo desta quinta-feira, 28 de agosto de 2008, da pagina F1-F9! (Ou confira os textos na integra quem for assinante UOL ou Folha... infelizmente nao posso publica-los aqui no blog, por razoes obvias.)

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Universidade de Tsukuba e JICA Yokohama em imagens

Enfim, volto a publicar fotografias relevantes aqui.

Conheça a Universidade de Tsukuba, em Ibaraki, onde faço um treinamento irreverente sobre web-sites, focado em Adobe Flash / Action Script. Veja:





Acima: Na sala em que estudo (ou tento estudar) todo dia, o orientador irreverente japonês Yahara-san, eu, e a minha colega de curso Yukie Hori.



Exemplar de comidinha vegana que seleciono quase todo dia em um dos meus refeitórios favoritos da universidade. Bem estilão japonês.

Veja mais 60 fotos na Universidade de Tsukuba, legendadas, aqui:
http://picasaweb.google.com.br/mpkjor/UniversidadeDeTsukuba

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Conheça também um pouco de Yokohama, onde morei na minha primeira semana aqui no Japão este ano:





Não poderiam faltar típicas estudantes de colegial japonesas, poderiam?



Isso eram botões do vaso sanitário do meu quarto no prédio da JICA Yokohama. Que medo de apertar algum botão e eu sair voando bem na hora H...

Veja e leia mais sobre Yokohama em:
http://picasaweb.google.com.br/mpkjor/YokohamaFinal

Se você perdeu o post principal sobre Yokohama, acesse aqui:
http://mauricio-kanno.blogspot.com/2008/07/fotos-de-viagem-para-yokohama-japo.html

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Fogueira das Vaidades no Extremo Oriente: Monte Fuji e Lago Kasumigaura

Sim, este post é extremamente egocêntrico. Só eu, eu, eu e mais eu. Não vai encontrar muito de útil aqui, a não ser quem sabe pelos cenários ao fundo. Puro turista aparecido. Isto é só para os amigos curiosos em saber como eu estou aqui no Japão, visualmente. Para os que esperam algo mais sério, aguardem os próximos posts.

No alto do Monte Fuji (3.776 m de altitude; 11 horas para subir, 5 horas para descer): http://picasaweb.google.com.br/mpkjor/KannoNoMonteFuji



Pedalando 100 km pelo Lago Kasumigaura (12 horas), segundo maior lago do Japão: http://picasaweb.google.com.br/mpkjor/KannoNoKasumigauraLake





Retratos com cabelo arrepiado e chapéu: http://picasaweb.google.com.br/mpkjor/EuNoNihon

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Ponyo: primeiro filme / animacao que assisto no Japao em cinema!

Fiquei em duvida (por nao saber o idioma), mas nao teve jeito: fui hoje assistir em um cinema na cidade com dois amigos japoneses Ponyo, animacao do consagrado cineasta de animacao japonesa Hayao Miyazaki! Eu queria muito ir a um cinema japones, e assistir a uma animacao japonesa, pronto! Agora consegui cumprir estes objetivos, eheh! O filme foi em japones, entao nao deu pra entender muito dos dialogos, mas ta valendo... Pelas entonacoes, pelas imagens (belissimas), etc., deu pra pegar bem a historia... E talvez seja ate interessante saborear um filme (especialmente animacao) por este lado mais sensivel...

E assisti esta animacao antes de todo mundo nos outros paises, pois parece que so vai estrear em outros paises so beem depois mesmo... Quando vai chegar ao Brasil? Nao sei, mas pelo que li no site IMDB, especializado em cinema, na Italia so vai chegar em setembro deste ano (Festival de Venice) e no Reino Unido/Inglaterra so em abril de 2009... Ou seja, acho que vai dar tempo de eu chegar ao Brasil e assistir em portugues ainda, huahuahua.

O nome do filme original e "Gaku no ue no Ponyo", o que significa algo como Ponyo no alto do penhasco... Basicamente eh uma peixa que conhece um menino e tenta virar uma menina para ficar com ele. Mas o mais bacana em si e toda a magia que envolve a historia, cheia de ondas e peixes gigantescos, tsunamis, a coragem da mae durona do garoto, e outros encantos de um anime belo do seu Miyazaki. Este autor, diretor do Studio Gibli, tambem produziu Viagem de Chihiro e O Castelo Animado, conhecidos no Brasil.

Ah, claro, a tematica deste filme pega bem personagens animais... Um de meus temas preferidos. Mas o que dizer de uma peixa que quer virar humana? Que mensagem isso passa? Superioridade dos humanos sobre os outros animais? Nao sei... De fato, e problematica a relacao do garoto que quer "ter" o peixe para si... Mas a relacao eh de amizade, e a peixa e toda poderosa, a historia tem muita magia... Acho que o enredo consegue passar por tudo isso. O contato entre os mundos humano e aquatico se da com bastante tumulto e encanto, amizade e desespero. Como se diz? Transcendente e dubio...

Violencia e propriedade do humano sobre o animal? Nao, nao diria que isso aparece no filme... como e a realidade. Ha toda uma comunicacao e relacao tumultuada, isso sim...

Links?

http://www.ghibli.jp/ponyo/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hayao_Miyazaki
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gake_no_ue_no_Ponyo
http://en.wikipedia.org/wiki/Ponyo_on_the_Cliff_by_the_Sea
http://en.wikipedia.org/wiki/Hayao_Miyazaki
http://www.imdb.com/title/tt0876563/releaseinfo

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Aprendi badminton! E vivam os vietnamitas!

Oie, rapidas (e sem acento neste windows): fiquei feliz da vida de aprender a jogar badminton, uma mistura de tenis (ou ping pong gigante, com quadra de volei) com peteca (ou mini-peteca)... Putz, isso eh mto popular por aqui. Parece que no Sudeste Asiatico, como Tailandia, Bangladesh, Vietna, as pessoas jogam muito! E no Brasil, eu nunca tinha ouvido falar!

Pois bem, depois de um vergonhoso inicio sequer conseguindo acertar a "bola" (ou quase isso), treinando sozinho uns dois dias tambem, uhu! Ontem um bangladeshiano me deu mais umas dicas e fiquei maravilhado ao ver que eu conseguia tacar a bola pra la e rebater depois! Agora dah pra me sentir mais enturmado...

E por falar em me sentir enturmado, putz, fiquei mto feliz quando hoje, depois de chegar cansado e tarde em casa e perder a hora do jantar aqui no predio da JICA [(Agencia de Cooperacao Internacional do Japao), Tsukuba, Ibaraki, Japao, etc.], ao chegar na cozinha comunitaria pronto pra aprontar alguma coisinha pra mim, uma turma de uns 6 ou 7 vietnamitas, com quem tenho falado por ai ora com um ou com outro (a dois deles especialmente devo muito, por se dedicarem tanto a resolver uns paus no meu computador), me chamam para jantar com eles, comida tipica vietnamita, preparada por eles!

E o melhor: vegana, macarrao, ceboloes, cenouras, e outros legumes... Esses caras estao me deixando com a melhor impressao desse pais que bateu os EUA nos anos 1960...

[fotos, depois, se eu conseguir tirar o atraso do estudo aqui no fim de semana... etc.]

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Um mundo em um prédio

Oi, faz tempo que não blogo, né? Também, tem muito o que aproveitar por aqui... E ter dor de cabeça também. Estou numa sala com umas 12 pessoas, o lobby do prédio da JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão) em Tsukuba, Ibaraki-ken, Japão.

Tem um monte de latinos (hondurenhos, nicaraguenses, colombianos, etc.) numa mesa do lado, ouvindo músicas latinas... Dançaram merengue... Inclusive tá tocando uma brasileira agora! Putz, agora colocaram até a música do parapapapapa... Tropa de Elite no Japão! Caramba, até aqui! Tocada por hispano hablantes!! aff

Não posso deixar de fazer menção aqui aos dois vietnamitas que me ajudaram muito com os paus que enfrentei no computador: Hien e Nguyen, do ministério da Agricultura do país deles.

Amanhã devo passar a pedalar até a Universidade Tsukuba, com dois amigos com quem costumo pegar ônibus da JICA até lá: Sefanaru, das ilhas Fiji; e Mondeau, da Tunísia. Vamos ver se convenço o moçambicano Paulino a ir conosco também...

terça-feira, 15 de julho de 2008

Vídeos do trajeto de uma viagem para o outro lado do mundo

Lá vai meu diário de bordo audiovisual com cenas e narrações de minha trajetória partindo de São Paulo, passando por Santiago de Chile, Auckland na Nova Zelândia, até chegar ao Aeroporto de Narita, no Japão! [Esta viagem é patrocinada pela JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão, que me enviou ao Japão como bolsista!]



0 - (57s) Partida ao Japão (ainda no Brasil), eu dando tchau pra família.

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1 - (3min15) Aeroporto de Guarulhos em SP, rumo a Santiago (primeira escala).

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2 - (5min44) No Aeroporto de Santiago, Chile, a conocer um montón de jovens chilenos católicos!

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3 - (5min56) Partindo a Nueva Zelanda con um montón de chilenos en el avión!

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4 - (6min03) O que fazer enquanto se espera um vôo num aeroporto da Nova Zelândia? Um vídeo bobo com minha narração, é claro! Além de fantásticas cenas com jovens australianas, uma família indiana e uma senhora faxineira de Samoa... Não perca!

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5 - (7min47) Enfim, parto da Nova Zelândia, rumo ao Japão... Confira "interessantíssimas" cenas do aeroporto deste país da Oceania até o Aeroporto de Narita, em Tóquio... a aventura com minhas malas e enfim minha libertação dos aeroportos no Japão!

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Em breve, os próximos capítulos deste diário de bordo multimídia!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Fotos de viagem para Yokohama, Japão

Graças à JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão), cheguei neste domingo à noite (6 de julho de 2008) aqui em Yokohama, província de Kanagawa, Japão, para onde já estou partindo para outra cidade, Tsukuba, província de Ibaraki, amanhã cedo. Seguem algumas daqui de Yokohama:



(Prédio da JICA!)



(Minha turma desta semana para as palestras de apresentação da JICA e do Japão!)





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Produzi várias fotos e vídeos, sem grandes pretensões a não ser mostrar o que tá rolando, ok? Em algumas pode até rolar algo de qualidade artística melhor, vá... Por enquanto lá vai então o link dos álbuns de fotos:

Durante os vôos e aeroportos: http://picasaweb.google.com/mpkjor/MaratonaDeAeroportoBRJP

===> E o que interessa mesmo: no japão de fato, em Yokohama: http://picasaweb.google.com/mpkjor/YokohamaJICA

(Ah, também tem eu em casa antes de ir: http://picasaweb.google.com/mpkjor/PartindoAoNihon2008)

Coloque no modo "apresentação de slides" (botão em cima, setinha verde), que vai mais fácil a visualização!

Grande abraço!

Maurício

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

O Google dá nota para seu site! + Atualizando navegadores!

Acho que já dá pra mudar de assunto um pouco, né? :) Até eu tô cansando de falar de vegetarianismo, rsrs...

PageRank

Bem, pois é, o que mais importa aqui é que tanto na versão atualizada do Firefox como do Explorer apareceu uma ferramenta chamada PageRank. Ela é ótima e muito divertida!!! Dá vontade de ficar brincando com ela várias vezes, em vários sites diferentes! (Pra mim foi assim, rs)

Para cada site em que você entra, ela colore de verde (oba! viva veg, rs!) um pedaço de uma barrinha vertical. Quanto mais preenchida a barrinha, mais importante é o site para o Google. Ao entrar em qualquer site (procure fazer isso com a página principal do site), dê um tempinho para a barrinha analisar o site, e então veja se algo muda lá. Experimente colocar o mouse em cima desse símbolo de PageRank para ler: "O PageRank é uma avaliação do Google sobre a importância desta página (X/10).", onde X é uma nota de 2 a 10.

Veja o resultado de algumas experiências que fiz (não achei site com nota 0 ou 1):

Nota 2: O Portal Curioso (meu site artístico) e Animais de Pêlo (blog que montei para uma amiga protetora de animais, principalmente gatos e cães)

Nota 3: Animao (este meu blog no Blogger), Boaro.info (blog de meu amigo Júlio, que me ensinou o vegetarianismo), Comunix (blog de Hernani Dimantas, um pioneiro da internet) e Renanosoma (site com chats sobre nanotecnologia em que comecei a trabalhar) [como se vê, há principalmente blogs aqui; mas me espantei com a grande diversidade deles, em visitação, antiguidade e em frequencia de posts, tendo a mesma nota]

Nota 4: Portal Japão da SBPN (site sobre o Japão em que trabalho) e Vegetarianismo.com.br (site referência sobre vegetarianismo, mantido pela Sociedade Vegetariana Brasileira)

Nota 5: Stoa ("orkut" ou site de redes sociais da USP) e Portal Acessa São Paulo (site de um dos maiores programas de inclusão digital do Brasil, em que trabalhei por 2 anos)

Nota 6: UOL e Folha Online

Nota 7: YouTube e Portal da USP (o site da USP é mais importante para o Google que do o UOL e da Folha!)

Nota 8: Wikipédia, MySpace e Facebook (estes dois últimos, mas principalmente o último, segundo minha amiga canadense Lisa Smith, são o "orkut" do mundo ocidental do Norte: Europa e América do Norte)

Nota 9: Flickr (imperdível site de compartilhamento de fotografias!)

Nota 10: site do MIT (Massachussets Institute of Technology)!

Que coisa, não imaginava que sites de universidades (mesmo destas tão conceituadas) tivessem este poder no Google...

Atenção, mas também é possível, em várias situações, principalmente em páginas internas e também em sites do próprio Google, que a barrinha do PageRank fique vazia e se você colocar o cursor do mouse em cima apareça a mensagem: "Não há nenhuma informação de PageRank disponível." Portanto, evite estas situações, para não se frustrar, e manda ver nas páginas principais de sites em geral!

(Obs.: encontrei alguns sites que dizem dar o PageRank de dado endereço... Mas parece que não funciona direito não, dá sempre 5, por exemplo, como este aqui. )

Navegadores em forma!

Eu acabei de reinstalar e atualizar meu Mozilla Firefox com Google Toolbar 2.0.0.2, pois tava dando pau (aliás, isso está me frustrando no Firefox...). Na verdade, vem um monte de coisa junto, nem pude experimentar tudo, mas uma dessas coisas novas (acho que já tinha, mas só agora reparei como funciona) que vale muito a pena é o PageRank do Google.

Aliás, também reinstalei e atualizei meu Internet Explorer 7.0.57. Pois reparei no Baixaki que agora a famigerada versão 7,0 do IE, plágio do Firefox no que toca às abas, e com visual todo brilhantinho, agora estava gratuita e livre (não o código, claro, mas para mim, mero usuário, isso é irrelevante). Antigamente era necessário ter uma certificação do Windows original, pelo visto isso não é mais necessário...

Claro, prefiro usar o Firefox, mas meu trabalho e meu dia-a-dia em geral exige frequentemente que eu utilize ao mesmo tempo mais de uma conta de e-mail no Gmail, por exemplo, e por isso uso dois navegadores. Agora ficou bem mais fácil usar o IE... Que aliás também tem o PageRank.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Miss Universo ouve protestos e diz não aos casacos de peles

Da France Presse

Bebeto Matthews/AP

A japonesa Riyo Mori, Miss Universo 2007, se negou nesta terça-feira a usar peles naturais e declarou seu amor aos animais durante uma campanha de protestos em favor dos direitos civis dos animais.

"Vou dizer isso em voz alta: não vou usar peles. Eu amo os animais e concordo com quem é contrário ao uso de produtos feitos com peles", declarou.

A organização Ethical Treatment of Animals (Peta) lançou uma campanha na semana passada para pressionar Mori a renunciar às peles depois que a Miss usou um casaco de peles nas passarelas.

Mori também recebeu milhares de e-mails de outros militantes pelos direitos animais que a convenceram a se unir à campanha. A Miss de 20 anos também disse que quer atuar em campanhas de combate à Aids e que espera, um dia, pode se apresentar na Broadway.

http://divirta-se.correioweb.com.br/ultimas.htm?ultima=2722669

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Encaminhado por (Marilda | JotaPê) & Limberger por [veg-brasil@yahoogrupos.com.br]

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Reparar algo negativo, no entanto: no último parágrafo, como observa Silas Cordeiro, também membro da lista [veg-brasil], a miss fala em "defender animais, ecologia, combater aids, etc." Isso seria algo que "tá na moda (e, muitas vezes, infelizmente, fica só nisso)".

Bem, mas penso que, se ao bordão das misses de "desejo a paz mundial" se juntar "desejo que as pessoas respeitem os direitos dos animais", já seria uma boa, de qualquer maneira... Apesar de que a segunda idéia já estar inclusa na primeira, normalmente este ponto é ignorado, então é necessário reforçar. Podia ser algo como "desejo a paz mundial... inclusive para os outros animais!"

domingo, 20 de maio de 2007

kannos famosos no google! eu e minhas parentes super-japa-pop!

nossa... tenho notáveis parentes artistas! e meus ancestrais (ao menos os kanno) se orgulhariam de mim, depois dessa, eheheh (meu nome é "maurício de paula kanno", então "kanno" é meu sobrenome oficial...) Descobri que sou o terceiro Kanno mais famoso... (ao menos segundo o google)

mas é claro, se vc põe "kanno" no google, aparece primeiro:


1- Yoko Kanno - 菅野 よう子 (compositora japonesa de músicas para animes, jogos, filmes em geral), em 8 referências (ela é a realmente a super-japa-pop da família).


ela fez a trilha sonora para uns animes bem famosos, como Macross Plus, Cowboy Bebop, Vision of Escaflowne e Wolf's Rain. (apesar de eu só conhecer de nome o primeiro... tb nao sou um especialista de anime, eheh)

segue abaixo imagem representativa de macross:



e aqui nesta bela animação abaixo, dá pra ter um gostinho de Macross, com trilha sonora da Yoko Kanno (surreal!!!):



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2- depois miho kanno - 菅野美穗 (atriz e cantora pop japonesa, uma gracinha por sinal), em 3 referências; aliás, descobri que ela usa o apelido "Kan-chan", ou seja, abreviação do nobre sobrenome Kanno, com um sufixo de tratamento infantil, próximo. Significaria algo como "Kanninha"...







aliás, tb descobri q a "prima" Miho trabalhou no filme Dolls, uma importante produção oriental, dramática, trágica, de 2002... tenho que ver! e ela foi protagonista! tem uma detalhada descrição e crítica do filme em português aqui: http://www.cineplayers.com/critica.php?id=417; e aqui, em inglês: http://www.acdrifter.com/Asian-Movie-Review/50/Dolls.html

Olha que bacana este comentário no site asia.cinedie.com: "Se há filmes aos quais se pode apontar o dedo e dizer sem preconceitos que se trata de "Arte" – assim, com um A bem nutrido –, "Dolls" pode certamente ser um deles." Então é bom mesmo, heim?

abaixo, imagem de divulgação do filme:



assista a um trailer de Dolls aqui:



achei em comentário deste espanhol: http://karussiablog.blogspot.com/2007_01_01_archive.html

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(3+-)tem ainda um Hiroaki Kanno, da Faculdade de Matemática e Ciências da Universidade de Nagoya do Japão, não sei se aluno ou professor. (mas o link tá quebrado, parece que o site tá fora do ar)

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3- e então Maurício Kanno (eu! Maurício Kanno - 菅野 マウリシオ - jornalista digital, vegetariano e pretenso artista que começou hoje um curso de desenho animado! oba, tô empolgado!!!)!







q coisa interessante... sou então a terceira mais famosa válida personalidade da nobre família dos Kanno conhecida pelo Google... quanto a realizações minhas, talvez a mais importante por enquanto, publicada, seja o meu Trabalho de Conclusão de Curso: Jornalismo nas Histórias de Super-Heróis: Os Quadrinhos de Clark Kent e Peter Parker. Ver abaixo a capa:



aqui vc pode obter mais informações sobre esse meu trabalho: http://www.eca.usp.br/agaque/nucleousp/noticias_reuniao_08_06-tcc.asp

e se quiser ler meu trabalho, tá aqui: http://kanno.com.br/tcc-mauricio.pdf

pra saber mais ainda sobre mim, bom, tem os links sobre mim aí no menu do blog, à direita... enfim. vai, pra facilitar, tem meu perfil na wikipédia, q atualizei hoje mesmo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Usu%C3%A1rio:Maur%C3%ADcio_Kanno

quanto a vídeo meu no youtube... putz... preciso publicar logo meu documentário na europa, q tá ficando velho... mas posso mostrar minha primeira animaçãozinha em playmobil:



e tb esta filmagenzinha de capoeira:



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diferentes modos de escrever "kanno"

ah, algo interessante a acrescentar: no Japão, não é só pq vc fala "Kanno", que significa uma coisa só... quero dizer, existe mais de uma maneira de escrever isso que a gente pronuncia como "ca-n-no". só pra vc ter uma idéia, na listinha aqui do meu Windows em japonês, tem umas 40 formas de escrever "kanno"!!! Dá pra acreditar???? veja só algumas delas: 間の, 冠の, 官の, カンノ, 観の, カンノ, 管野 e...

菅野 (o meu sobrenome), como último exemplo... o que quero ressaltar é que é este o mesmo kanno das super-pops compositora Yoko, atriz e cantora Miho, e meu também!

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Rede de pesquisadores nikkeis

Olá...

Hoje eu fui numa reunião com o pessoal da SBPN, a Associação Brasil-Japão de Pesquisadores... Bom, para que serve isso? Até hoje parece que nem eles sabem direito... Mas estou renovando o site deles, e espero conseguir criar (já tentaram e não deu certo, ou seja, há um mau precedente) uma rede legal dos pesquisadores, de discussão, etc. Parece que tem uns 800 associados na SBPN, não são só os professores doutores que sempre vejo na reunião... (basicamente todos da USP)

Vamos ver no que vai dar isso. Essa turma tem de fato que se formar como algo que promova parcerias entre Brasil e Japão na pesquisa (e também outras coisas associadas).

abs

segunda-feira, 26 de março de 2007

chobits critica

Sobre a série Chobits, animação japonesa...

estou percebendo agora melhor, o fato de muitas pessoas (como eu) darem mais atenção a coisas, como computadores, tecnologia, na série metaforizados pelos persocoms, do que às pessoas. preciso cuidar melhor de meus amigos, de minha andrea... como fazer isso de maneira equilibrada? uso o computador para tanta coisa...

ah, teve um movimento de ficar este sábado sem computador - fiquei sem usar... estudando japonês! e dormindo... sem ficar muito com andrea...

domingo, 4 de fevereiro de 2007

Hiro Nakamura, the Hero!!!

Hoje, aproveitando o tema do Japão, sobre o qual já postei notícias no blog, gostaria de mencionar o grande sucesso que um personagem (e ator) japonês está fazendo nos EUA e no Brasil, o Hiro Nakamura. Ele é interpretado pelo ator Masi (Masayori) Oka, que foi indicado ao Globo de Ouro (concedido a séries de televisão dos Estados Unidos) deste ano, mas acabou não ganhando por enquanto. Tem uma grande chance de ganhar ano que vem, no entanto.

Para resumir, é um aficcionado por quadrinhos de super-heróis do Japão que trabalha em escritório e acaba ganhando super-poderes de controle do tempo e do espaço. Consegue parar o tempo, teleportar-se, entre outros. Mas o mais divertido é ver como ele é carismático e engraçado, indo parar nos EUA sem falar inglês direito e sentindo-se o herói que precisa salvar o mundo. Outra coisa bem legal é que, no seriado, ele fala realmente em japonês com o amigo, com as legendas aparecendo em inglês (e refeitas para o português, pelos colaboradores brasileiros).

Visite seu blog em inglês em http://blog.nbc.com/hiro_blog/

Veja mais informações no seu extenso verbete na Wikipédia em inglês em http://en.wikipedia.org/wiki/Hiro_Nakamura (vou tentar traduzir para a Wikipédia em português depois, se alguém quiser me ajudar, agradeço)

Também nesta notícia em português: http://www.celebrity-bigbrother.com/pt/2/Masi_Oka___the_super_inteligent_TV_movie_star/

Pegue os episódios de Heroes gratuitamente nestes sites:
http://www.brazilseries.xpg.com.br/
http://download.unesp.br/windows/Outros/y2k/