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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Me dá sua opinião e dicas para o Boletim Arte MK? ;)

Olá!


Desta vez, ao invés de te contar novidades sobre artes, eu gostaria de te perguntar 10 coisinhas, exatamente pra melhorar este projeto de divulgação artística e saber como seria mais interessante/melhor pra você mesm@! Vale também como um balanço destes 20 boletins enviados até agora, desde o começo do ano. Posso contar contigo? Uma ou algumas perguntas que você responda já vai ajudar!

1) O que você acha de eu enviar uma vez por semana este boletim de artes? Preferia outra frequência?

2) O que você acha do tamanho, da quantidade de texto, assuntos e de imagens destes boletins? Em geral tenho enviado uns 5 assuntos por vez. Seria melhor algo diferente? O peso das imagens está ok?

3) Quando estes boletins chegam à sua caixa de entrada, o que você pensa ou sente? 

4) Você costuma ler/ver estes boletins? Sempre, às vezes, quase nunca? (E se não lê, por que não pede pra cancelar, rs?)

5) O que você acha de estes boletins falarem principalmente sobre minhas próprias artes e suas repercussões, e um pouquinho sobre artes de outros artistas indicados? 

6) Tem tipos de artes ou de novidades que você gosta mais quando vê aqui? Como desenhos/pinturas puramente, contos, exposições de artes, lançamentos de livros, resenhas, eventos, entrevistas, cursos, oficinas, outras coisas? E qual novidade ou arte específica gostou mais e qual menos?

7) O que você gosta e não gosta destes boletins? Que sugestões teria?

8) E os títulos destes e-mails, o que tem achado deles?

9) Faz diferença o horário e dia em que recebe estes boletins? Tenho variado bastante neles. Teria preferência, de modo que facilite a chance de que você leia/veja?

10) Prefere outro formato, como áudio (podcast) ou vídeo (videocast)?

[Se quiser relembrar os boletins anteriores, ou se ainda não o recebeu, pode espiar aqui neste mesmo blog: http://mauricio-kanno.blogspot.com.br/ ] 

[Você pode enviar suas respostas e sugestões para meu e-mail mauricio.kanno arroba gmail.com! ]

Abraço e muito obrigado!
Maurício

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Textos sobre abolição da escravidão animal e documento anti-vivissecção (e de volta ao Linux!)

Escrevo para divulgar alguns textos que acabei de descobrir, via Andressa Pimentel, estudante de Biologia, que está fazendo seu TCC anti-vivissecção de animais.

Documento em inglês de 300 páginas anti-vivissecção: http://www.health.org.nz/cover.html
ANIMAL RESEARCH T A K E S LIVES
- Humans and Animals BOTH Suffer

is produced for

THE NEW ZEALAND ANTI-VIVISECTION SOCIETY (INC)
PO BOX 9387
ADDINGTON
CHRISTCHURCH 8243
NEW ZEALAND
http://www.nzavs.org.nz

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Luciano Cunha: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9999919545396556098

"Artigo que escrevi explicando porque defendemos a abolição da escravidão animal. Se quer entender, acesse:

http://www.sentiens.net/top/PA_ACD_lucianocunha_0006_top.html


Outro artigo meu, sobre o conceito de ética:

parte 1 de 6:

http://www.sentiens.net/pensata/PA_ACD_lucianocunha_03_p1.html

parte 2 de 6:

http://www.sentiens.net/pensata/PA_ACD_lucianocunha_03_p2.html

parte 3 de 6

http://www.sentiens.net/top/PA_ACD_lucianocunha_04_p3_top.html

parte 4 de 6:

http://www.sentiens.net/top/PA_ACD_lucianocunha_04_p4_top.html

parte 5 de 6:

http://www.sentiens.net/top/PA_ACD_lucianocunha_05_p5_top.html

parte 6 de 6:

http://www.sentiens.net/top/PA_ACD_lucianocunha_05_p6_top.html

Outros artigos meus:

http://www.sentiens.net/top/PA_ENS_lucianocunha_06_top.html


http://www.sentiens.net/top/PA_ENS_eticaglobal_luciano_05_top.html "

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Retorno ao Linux

Meu Window$ XP foi pro brejo, não abre mais, e um carinha de uma loja de informática aqui perto nem conseguiu arrumar. Parece que vai ter que formatar. Se não tivesse Linux em dual boot, teria perdido todos os meus arquivos. Graças ao dual boot, pude entrar no meu Ubuntu Linux e fazer backup de tudo.

O Ubuntu tava ainda com vários paus... Mas graças a Deus, depois de muita aflição tentando resolver problemas de permissão, de paus para desligar (não desligava, tinha que apertar o botão), para fazer atualização, instalações de coisas... Enfim, deu certo a atualização para o Ubuntu 7.10 - Gutsy e isso aparentemente resolveu praticamente todos meus problemas! Agora sou um linuxeiro feliz!

Tanto que enviei a seguinte mensagem para a nova amiga ativista pelos direitos animais (havia relatado problemas com o pacote Office e havia acabado de formatar a máquina):

"mas larga essa de pacote office e Windows!

instala o BrOffice, que é totalmente livre e sem pirataria!
http://www.broffice.org/download

e instala Ubuntu Linux, que dá muito menos pau que Window$ e não tem vírus! (aproveita que já formatou a máquina mesmo...)
http://www.ubuntu-br.org/download"

Agora só falta eu aprender a editar vídeos e arrumar todos os codec necessários para assistir meus animes pelo meu Linux Ubuntu... além de usar internet wireless!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Arte, ilusão, animação e animal

Vou falar sobre os elementos de meu trabalho: Importância da animação; semelhanças sensíveis entre humanos e outros animais; e representações de animais "de produção".

Pois é, já que o Julio Boaro pediu, vou contar sobre trabalho a que me referi em meu post de ontem, que apresentei na disciplina de pós-graduação Estética e Rupturas, interunidades da USP, mas coordenada pelo MAC.

Estudei o livro-referência da disciplina, de Ernst Gombrich, Arte e Ilusão: Um estudo da psicologia da representação pictórica. E cheguei a um trabalho dividido em 3 partes:

1 - Importância da animação e cartum para Gombrich.

O autor fala de como Rembrand, por exemplo, evoluiu do mais detalhado para o menos detalhado, de maneira eficiente, e como Töpffer e outros caricaturistas, a partir do século XVII, principalmente, utilizaram como meio de contar histórias; este último falou que um meio tão poderoso deve ser usado para fins educativos e morais, inclusive, pelo bem de nossa sociedade, criticando os que visam a arte pela arte.

A idéia é que por classes de objetos, por configurações gerais, nós conseguimos naturalmente visualizar figuras importantes para nós, humanos, como rostos. Picasso fez isso, utilizando um automóvel de brinquedo no lugar de um rosto. Veja na figura abaixo.




2 - Ligação sensível entre humanos e outros animais.

No livro Arte e Ilusão, Gombrich fala em mais de um capítulo, talvez em 3 deles, sobre "nós", referindo-se aos animais em geral (incluindo a espécie humana). Todos nós entendemos o mundo como relações. De cores, de luzes, de sons...

Citou uma experiência com um pintinho, em que se acostumou o animalzinho a comer de uma tigela clara (apesar de também haver uma outra tigela escura). Depois, ofereceu-se a ele uma outra tigela, ainda mais clara. Ele preferiu esta. Por quê? Ele, assim como humanos, pensam não absolutamente, mas relativamente. Isso também vale para a arte e também para a dor, emoções e sofrimentos.

[Foto: Comunidade do Orkut "Vegetarianos"]

3 - Representações de animais em animações (mais importante)

Gombrich fala como podemos enxergar diferentes figuras de diferentes maneiras. Um exemplo que ele dá, bastante representantivo (mas uma ilusão de óptica) é o mostrado ao lado, do coelho-pato. Experimente encontrar aí o coelho e o pato. Você precisa de um certo tempo para conseguir visualizar o coelho ou o pato. Depende de cada um.

Igualmente, você também pode enxergar um bife ou uma gelatina de diferentes maneiras. Hoje em dia, por exemplo, eu já enxergo como um pedaço de cadáver de vaca ou boi, como é de fato. Apesar de muitos enxergarem como "comida" simplesmente, e não como o animal sensível e comunicativo que ele é (ou era) de fato.

Entre outros motivos, isso se deve pela tradição selvagem que herdamos, sustentada na cultura de massa por animações que mostram um mundo bucólico em que vivem os animais. E não a realidade. Isso é herdado por uma tradição pictórica tradicional, como a pintura de Constable, Park Wivenhoe (1816), abaixo.



Comparei no caso o longa metragem de animação O Galinho Chicken Little (um pintinho, mesmo exemplo que toma Gombrich para falar das sensibilidades de animais como nós) e um trecho do documentário em vídeo A Carne é Fraca.

O trecho selecionado mostra a socióloga Marly Winckler falando desta questão aplicada aos cartuns de embalagens de carne e laticínios, seguindo-se por filmagem de pintinhos selecionados, jogados no lixo e mortos. Veja o tal trecho aqui ou logo abaixo (a partir de 5 minutos e 34 segundos).





[A imagem no alto é do personagem Babar, a que o historiador da arte Gombrich, que estudei, se refere em um dos capítulos.]

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Pós-graduando em Comunicação na USP precisa saber de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs)

Olá, não sei se vc está sabendo, mas enfim decidi prestar mestrado na ECA-USP... Vamos ver. O que importa de fato, agora, que eu queria comunicar a você, é que o livro do

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Economia, sociedade e cultura. 9ª.ed. atualizada. Vol. 1. São Paulo: Paz e Terra, 2006

está entre os 3 da bibliografia obrigatória do programa de Ciências da Comunicação para pós-graduação na ECA (não estava no ano passado).

Isso é interessante porque todo mundo que quiser prestar algo lá, envolvendo ou não tecnologia (seja cinema, propaganda, jornalismo, quadrinhos, relações públicas, etc.) vai ter que ler este livro e estar inteirado do assunto das redes e tecnologia, internet, sociedade da informação, etc. (eu por exemplo, eheh, ainda não li o livro...)

Isso mostra como este assunto das Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (o que inclui pensar em internet, blogs, fóruns, etc.) realmente está na crista da onda, sendo cada vez mais valorizado.

Veja aqui o programa e a bibliografia obrigatória: http://poseca.incubadora.fapesp.br/portal/comunicacao/ingresso/infoespe/

[A propósito, o cara da foto é o Castells, o autor do badalado livro...]

quarta-feira, 18 de julho de 2007

NÃO ao uso de Animais no Ensino


(Foto de Daniel Groppo, no Flickr)

Sou contra o uso de animais em experimentos e práticas educacionais, como na Medicina. É bom ressaltar que há argumentos jurídicos ambientais para se parar com isso, e a Inglaterra proibiu especificamente essa prática desde o século XIX.

Minha irmã, que estuda Medicina na USP, já relatou diversas vezes em que precisou fazer "operações" em cãezinhos de rua (e olha que já tivemos uma cachorrinha boxer, a Xuxa, por muitos anos! como ela consegue fazer isso? só porque são de rua? eu sei; ela precisa fazer isso, porque senão não poderá prosseguir seu curso e se formar médica; leia as considerações no texto abaixo sobre essa tortura ética aos estudantes!).

Estas são operações que, no fim das contas, acabam por matar os cãezinhos e outros animais "utilizados", pois eram operações desnecessárias a eles, e por vezes, eles eram deixados com o corpo aberto. Encaminho importantes informações e petição sobre o assunto a quem entender mais sobre o assunto e, quem sabe, assinar a petição e apoiar a causa.

Para Assinar:
http://www.petitiononline.com/ensetico/petition-sign.html

"O uso de animais no Ensino está a cada dia sendo mais questionado em todo o mundo, tanto pela sociedade civil, quanto por cientistas, profissionais, educadores e estudantes.

Um exemplo desse questionamento é que em 2003, 84% dos alunos do curso de Medicina Veterinária da FMVZ da USP, responderam que deveria constar como obrigatória a cadeira de "Ética e Bem-Estar Animal", enquanto que, em 2001, apenas 65% dos alunos eram favoráveis (SILVA, 2003, p. 74).

O uso prejudicial de animais na educação ainda é obrigatório na maioria das universidades brasileiras e não possuímos dados para computar a quantidade de vidas de animais desperdiçadas.

É importante salientar que essa prática não vitima apenas os animais. Muitos alunos também são vítimas morais da imposição dessas práticas, quando são colocados no dilema "matar para salvar" (GREIF, 2003. p. 15 – 22). O dilema "matar para salvar" está presente no conhecimento oculto transmitido para os alunos.

Devido a pressões sociais, na Inglaterra é proibido o uso de animais no ensino desde 1876, pela lei "Cruelty to Animals Act" (Ato de crueldade com Animais).

Em 1886 Áustria e Alemanha também aboliram o uso de animais no ensino.

Nos Estados Unidos, 75% das universidades não usam animais de forma didática, incluindo Columbia, Harvard, John Hopkins, Stanford e Yale, consideradas excelências no ensino.

No Brasil a Lei de Crimes Ambientais, 9.605 de 1998, no parágrafo 32 diz:

"Praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º - Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º - A pena é aumentada de um sexto a um terço se ocorre morte do animal"

Se todas as universidades da Inglaterra, Alemanha e Áustria, mais 3/4 das universidades dos Estados Unidos não usam animais no ensino, significa que há alternativas. Devemos pressionar os professores a procurarem e utilizarem esses métodos.

NÓS NÃO APOIAMOS O USO DE ANIMAIS NO ENSINO SUPERIOR!
Mais informações no site www.gaepoa.org

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Enviado por e-mail por Róber Freitas Bachinski, quarta-feira, 18 de julho de 2007, e repassado a mim por Laura Kim Barbosa.

"Pessoal, por favor, assinem e divulguem essa petição. Ela é muito importante. Quanto mais pessoas assinarem, mais apoio teremos no processo de Objeção de Consciência contra a UFRGS ( http://www.gaepoa.org )"

Para Assinar:
http://www.petitiononline.com/ensetico/petition-sign.html

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Depois quero pesquisar o assunto com mais detalhes, verificando quais são os cursos, disciplinas e alterativas utilizadas em outros países e no Brasil.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Pesquisa no Yale Medical Journal prova: vegetarianos são melhores atletas

Isto realmente surpreende, chama muita atenção mesmo, ainda mais para quem acreditava que os vegetarianos seriam pessoas mais fraquinhas, e precisariam de proteína animal... Realmente parece duvidoso à primeira vista, mas o pesquisador concluiu que atletas onívoros (que também comem carne) são menos fortes até mesmo que vegetarianos sedentários! E a conclusão foi publicada no Yale Medical Journal, o que dá a ela muita credibilidade! (Foto da Yale University, de seu site.)

Bem, mesmo se não for totalmente correto isto, de todo modo, é um forte indicativo de uma tendência positiva do modo de vida vegetariano. Um grande problema: o livro que relata a pesquisa (Diet for a New America) é de 1987, ou seja, de 20 anos atrás. Vou ver se encontro referências mais atuais depois. Isso é importante para a credibilidade da coisa.

"Na Universidade de Yale, o professor Irving Fisher projetou uma série de testes que comparavam a resistência e força dos onívoros e os vegetarianos. Ele selecionou homens de 3 grupos: atletas que comiam carne, atletas vegetarianos e vegetarianos sedentários. Fisher relatou os resultados no Yale Medical Journal. Esses resultados não parecem dar credibilidade ao preconceito popular de que a carne dá força.

'Dos 3 grupos comparados, os ... que comiam carne demonstraram bem menor resistência do que os abstêmios (vegetarianos), menor até mesmo daqueles que levavam uma vida sedentária.' A média de pontuação dos vegetarianos foi mais do que o dobro dos que comiam carne, mesmo a metade dos vegetarianos sendo sedentários, enquanto todos os onívoros eram atletas.

Um estudo similar foi conduzido pelo Dr. J. Ioteyko da Academia de Medicina de Paris. O Dr. Ioteyko comparou a resistência dos vegetarianos e onívoros com todos os estilos de vida em uma variedade de testes. Os vegetarianos atingiram uma média de resistência 2 a 3 vezes maior do que os que comiam carne. E ainda mais surpreendentemente, eles levaram 1/5 do tempo para se recuperar da exaustão, comparados aos que comiam carne.

Em todos os testes dessa natureza que já foram realizados nos últimos anos, os resultados têm sido similares. Um grupo de médicos na Bélgica compararam sistematicamente o número de vezes que vegetarianos e onívoros eram capazes de comprimir um medidor de força manual. Os vegetarianos foram vitoriosos com uma média de 69 vezes, enquanto os que comiam carne atingiram a média de apenas 38. E como em todos os outros estudos que mediram o tempo de recuperação dos músculos, os vegetarianos aqui se livraram da fadiga bem mais rapidamente do que os que comiam carne."

Fonte e leia mais -> Sítio Vegetariano: http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=com_content&task=view&id=547&Itemid=122

Ou em inglês, sobre o livro Diet for a New America (1987): http://www.michaelbluejay.com/veg/books/dietamerica.html

Também em inglês, dividido pelos países que fizeram pesquisas: http://www.rawfoodlife.com/Articles___Research/Raw_food_for_Athletes/Vegetarians_have_more_Stamina_/vegetarians_have_more_stamina_.htm

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Rede de pesquisadores nikkeis

Olá...

Hoje eu fui numa reunião com o pessoal da SBPN, a Associação Brasil-Japão de Pesquisadores... Bom, para que serve isso? Até hoje parece que nem eles sabem direito... Mas estou renovando o site deles, e espero conseguir criar (já tentaram e não deu certo, ou seja, há um mau precedente) uma rede legal dos pesquisadores, de discussão, etc. Parece que tem uns 800 associados na SBPN, não são só os professores doutores que sempre vejo na reunião... (basicamente todos da USP)

Vamos ver no que vai dar isso. Essa turma tem de fato que se formar como algo que promova parcerias entre Brasil e Japão na pesquisa (e também outras coisas associadas).

abs