Algumas das pessoas que conheci na JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão):
Colegas asiaticos na JICA Tsukuba, onde moro no Japao: Mustalah e Milu, das ilhas Maldivas; Chawarda, do Sri Lanka; eu, brasileiro com cara de japones; e o grande amigo Aminul, de Bangladesh! (Sempre da esquerda para a direita.)
====
Colegas latino-americanos na JICA Tsukuba, onde moro no Japao: Daniel, da Guatemala; Daira Vandon, da Nicaragua; o irreverente professor Jorge Ramero, do Equador; e os festeiros bailantes Andre Sanchez, da Costa Rica e Guillermo, do Paraguai!
====
Colegas asiaticos na JICA Tsukuba: o vietnamita Hien; a chinesa Kami; e os tambem vietnamitas Thinh (adora agitar uma paquera) e Tuyen (que sempre ri). Eu sou o penúltimo de vermelho.
====
Amigo africano de Guiné-Bissau, Rui Mateus (oba, falante de portugues!).
Um estudante de Engenharia de Alimentos orgulhosamente mostrou em seu blog um video com metodos "humanitarios" de assassinato de animais. Veja o video voce mesmo e diga o que te parece:
Minha resposta a ele:
"Ola.
Para um sistema de assassinato em massa, nao posso aceitar a nomenclatura de "humanitario". Voce aceitaria chamar de "humanitarias" as camaras de gas nazistas, pelotoes de fuzilamento deste ou de outros periodos? Nao sei o quanto duravam estas mortes ou o quanto sofriam as pessoas nestes casos, mas mesmo que fossem mortes com sofrimento tendendo a zero, voce concordaria com elas?
Voce se referiu a algumas organizacoes que utilizam este termo, incluindo uma certa Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA). Devo esclarecer-lhe que esta organizacao eh bem-estarista, ou seja, nao esta dentro do movimento de defesa dos direitos animais. Apenas busca formas consideradas "aceitaveis" pela sociedade em geral, para que se possa continuar explorando e matando os animais, continuando a violar seus direitos basicos.
Voce disse que um dos criterios eh:
"os animais não podem ser estressados desnecessariamente"
Oras, mas podemos viver muito bem sem matar o animal, que quer viver tanto quanto voce e eu. Leia trecho da carta Seja Vegano, de Claudio Godoy:
"Do ponto de vista da nossa saúde, não é só inteiramente possível como até mesmo desejável a adoção de uma dieta que não inclua nenhum produto de origem animal em todas as fases da vida, como atesta o parecer da Associação Dietética Americana de 2003. De acordo com este parecer, todos os profissionais de saúde têm o dever de estimular e orientar aqueles que desejam adotar este tipo de alimentação e não podem mais dissuadí-los."
Assim, provavelmente, algum estresse deve haver em um processo de morte, concorda? Como alguem se sentiria a caminho da morte? Assim, este criterio nao eh valido.
Estes metodos não demonstram "crueldade" para com o animal? Matar um animal sadio nao eh crueldade? Se fosse matar um animal humano sadio, isso seria considerado crueldade? Sugiro colocar-se no lugar destes seres, pois eles tambem tem vidas a serem respeitadas.
Pergunto seriamente: Qual eh a caracteristica relevante eticamente que todos os humanos tem, que nenhum animal tem, que permite respeitar direitos basicos humanos e nao fazer o mesmo com outros animais?
Realmente nao posso respeitar uma industria de morte, prefiro respeitar industrias da paz. Espero que os consumidores destas industrias cada vez mais se voltem para outros produtos, assim como os empresarios e trabalhadores destas industrias cada vez mais se voltem para outras atividades.
"Escalada no verão revela outra face do monte Fuji
MAURÍCIO KANNO colaboração para a Folha de S.Paulo, no Japão
Símbolo do Japão, o monte Fuji aparece sempre cheio de neve e rodeado de nuvens, tanto nas ilustrações tradicionais como nas camisetas e nos chaveiros contemporâneos --mas, para alguns, ele encerra o desafio de uma escalada reveladora.
Quem aceita encarar a subida dos seus 3.776 m, dificilmente avista o branco nival tão comum na representação da iconografia. Vê, sim, um caminho de pedra e areia, cinza, marrom e vermelho, com folhagens esparsas, até chegar à borda da cratera --o monte é, na verdade, um vulcão. E, se olhar em volta, verá um tapete de nuvens, cada vez mais abaixo.
Não só o Fuji-san (como é chamado em japonês) cheio de neve mas também o Japão sempre frio, são imagens particularmente equivocadas.
Ou ainda leia a reportagem inteira na Folha de S. Paulo desta quinta-feira, 28 de agosto de 2008, da pagina F1-F9! (Ou confira os textos na integra quem for assinante UOL ou Folha... infelizmente nao posso publica-los aqui no blog, por razoes obvias.)
Sim, este post é extremamente egocêntrico. Só eu, eu, eu e mais eu. Não vai encontrar muito de útil aqui, a não ser quem sabe pelos cenários ao fundo. Puro turista aparecido. Isto é só para os amigos curiosos em saber como eu estou aqui no Japão, visualmente. Para os que esperam algo mais sério, aguardem os próximos posts.