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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Trata-se gente como bicho; e pior, tratam-se animais de maneira indigna

Um título de post no blog de meu ex-professor de Jornalismo Léo Sakamoto me indignou: "Trata-se gente como bicho. E ganha-se muito com isso".

Seu título é triste. Parece que se legitima tratar "bichos" de qualquer jeito, sem respeito, com esta expressão. Por que "bichos", animais em geral também não mereceriam receber um tratamento digno?

Digo mais:

"Tratam-se animais de maneira indigna. E ganha-se muito com isso".

Por isso, monto a nova expressão: "Trata-se gente como bicho; e pior, tratam-se animais de maneira indigna." O problema não é comparar necessariamente o tratamento de humanos com o de animais em geral; mas o fato de este tratamento, para qualquer um, seja ruim.

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Em outro post, Léo escreve: "nosso verdadeiro calcanhar de Aquiles não é a questão de saúde animal, mas dos impactos negativos gerados pela expansão pecuária sobre o meio ambiente e populações tradicionais. Sem esquecer da exploração ilegal de trabalhadores. Problemas como desmatamento, trabalho escravo, contaminação química de rios, deslocamento forçado de posseiros e populações indígenas e grilagem de terras rondam a produção bovina em áreas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste."

Ok, tem todos esses problemas... Mas, o buraco é realmente bem mais embaixo: o problema é os animais serem tratados como simples mercadorias, propriedades, e não como os seres sensíveis e conscientes que são, com os direitos que deveriam ter a desfrutar suas vidas independentes. Léo falou de tanta coisa, mas simplesmente ignorou a condição dos animais; mesmo quando mencionou a questão de saúde animal, foi se referindo à questão de comercialização da carne dos animais!

Leia mais aqui: http://direitosanimais.org/

sábado, 9 de junho de 2007

Etneedu? - palavras e ordenação

"Etneedu?

De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo."

Achei este texto fantástico... Reproduzido do site de Carlos Seabra: http://cseabra.wordpress.com/